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28/12/2018

Séries com representatividade LGBTQ

Não costumo falar muito de seriados aqui, a maioria das postagens é sobre filmes, mas eu assisto igual número de séries e resolvi fazer um post compilando algumas que eu gosto e que possuem boa representatividade LGBTQ. A maior parte delas são séries adolescentes que giram em torno ou têm foco em tramas com personagens na faixa etária dos 13-19 anos e que eu assisti - não vou falar de nenhuma que eu não tenha visto, e esta é uma lista curta e sem muitos detalhes. É pra servir de indicação, caso alguém esteja procurando algo novo para ver, ok? Algum dia eu faço posts separados sobre elas, quem sabe? Ah! São todas ocidentais, nada de asiáticos por aqui hoje. E tentei deixar as "menos adolescentes" pro final.

12/02/2016

Review - Cucumber, Banana e Tofu


Depois de Queer as Foolk, a série mais popular sobre o universo gay até hoje (que eu saiba), o mesmo produtor e roteirista Russel T. Davies resolveu lançar três novas séries interconectadas que exploram relacionamentos contemporâneos na Inglaterra. O resultado disso é o que vemos em Cucumber, Banana e Tofu.

17/05/2014

Dia Internacional contra a Homofobia

Hoje, dia dezessete de maio, é uma data importante. Declarada oficialmente em 1992, há mais de vinte anos, ainda há pouca divulgação e pouca gente que se importa realmente.

Infelizmente.

Hoje é o Dia Internacional contra a Homofobia.


É até difícil escrever sobre o tema. Ultimamente o que mais tenho visto - seja no meu cotidiano mesmo, seja pelas diversas redes sociais que faço parte - são atos de preconceito sem, por assim dizer, conceito algum. São relatos horrorosos de espancamentos, de sofrimento desnecessário e desrespeito odioso que ninguém merece sofrer. A cada dia, minuto que uma notícia desse cunho chega até mim, eu morro um pouquinho por dentro. Sabe aquela história de fé na humanidade? Então. Ela também vai se definhando cada vez mais.

Por sorte, ainda tem gente com a cabeça no lugar, com a "coragem" suficiente de não se esconder atrás da opinião dos outros nem de atos repugnantes como esses. Gostaria cada vez mais de fazer parte dessa gente!
Deixo aqui alguns aperitivos pra renovar essa fé que anda tão desgastada ultimamente. Abram a cabeça, aumentem o volume e apreciem sem moderação:




E aproveitem a festa sem medo de ser feliz.


30/04/2014

Novidade - Lançamento de "Loveless"


A Editora NewPop anunciou essa semana que lançará por aqui o clássico (posso chamar de clássico) manga shounen-ai/yaoi "Loveless". Acho que a notícia pegou todo mundo de surpresa, mas de uma maneira boa!

04/04/2014

Dicas das antigas - Gravitation

Acho que não preciso explicar pra ninguém o que é Gravitation, preciso?

Todo mundo já ouviu falar - até minha sogra já viu o anime! (é sério)

Mas é sempre bom relembrar e essa é dica das antigas: não se esqueçam de quem (ou o quê, no caso) foi o primeiro.

10/03/2014

Review - Looking



Há mais ou menos três meses fiz um post de introdução sobre Looking, a série da HBO que estreou em janeiro deste ano. Bom, a parte ruim é que a primeira temporada acabou de acabar. A parte boa é que agora vou falar de tudo o que eu achei dela.

31/01/2014

Na TV - #Feliko

Atenção: o objetivo desse post não é dar lição a ninguém. Eu só não podia deixar de fazê-lo. Afinal, nas últimas semanas (na última, mas precisamente), todo mundo só fala nisso - inclusive eu, que repentinamente comecei a ligar a TV no canal que eu menos gosto e num horário que normalmente eu uso para "trabalhar". Aliás, eu comecei a ligar a TV, e na TV aberta! O que só aí já é um passo gigantesco.

Ao fazer isso, percebi que todo mundo estava fazendo o mesmo e por um motivo (Ok, talvez minha mãe esteja fazendo por vários motivos, a vizinha também, mas muita gente que eu conheço estava fazendo por um mesmo motivo): Felix e Niko.
por Tanko

18/01/2014

Na TV - Looking

Quem aqui se lembra de Queer as Folk? Um dos seriados mais amados (oi, pelo menos por mim) que acabou deixando muitas saudades, e muitas discussões no ar ao colocar um grupo de amigos (e inimigos) gays como protagonistas. Depois de QaF tivemos The L World, que infelizmente não acabou tendo o mesmo sucesso, e... só. A falta de nomes nessa lista é triste, mas ela ficará desse tamanho por pouquíssimo tempo. Pelo menos até amanhã, quando estreia na HBO sua mais nova produção: Looking.



20/10/2013

Review - Free!

Free!

A primeira resenha de um anime que fiz hoje é a minha postagem mais lida - e confesso, eu tenho até medo disso. Mas resolvi colocar a mão na fogueira mais uma vez e lançar a discórdia com mais uma resenha. Desta vez de um... er, shounen que anda mexendo com a cabeça de muitas meninas por aí: Free!



04/08/2011

Review - Junjou Romantica

Primeira resenha que faço de anime, e resolvi começar com JR porque tem tudo a ver com o site, afinal.
Além disso, estava para ver desde que saiu, mas só agora tive tempo suficiente. Na época eu estava vendo Antique Bakery, que, alias, também merece uma resenha, mas fica pra outra hora....


Junjou Romantica, em japonês: 純情ロマンチカ  (Junjō Romanchika) comumente traduzido ao português/inglês como "Puro Romance", é uma série yaoi de Nakamura Shungiku. O foco da história fica com três casais. Temos, portanto, três linhas de histórias diferentes: o casal principal, que dá nome à série e cujo foco normalmente é maior; e outros dois casais que protagonizam as histórias secundárias, chamadas no mangá de Junjou Egoist e Junjou Terrorist. Junjou Romantica hoje tem vários "cds-dramas", uma série de mangá que (pelo que me consta) ainda está em publicação, uma série de novela e um anime de duas temporadas, 24 episódios compilados em DVDs e lançados em 2008.

Junjou Romantica, Egoist e Terrorist

A diferenciação por nomes só é percebida no mangá, mas o anime aborda os três casais de forma bastante separada.

Junjou Romantica - Misaki e Usami
O Junjou Romantica se refere ao casal Usami e Misaki, sendo o primeiro um novelista de histórias BL (boys love) famosíssimo e, o segundo, o irmão menor do seu então melhor amigo, que está estudando para entrar em uma universidade. A história começa quando Misaki acaba indo morar com Usami após o casamento de seu irmão - e Usami se esforça para que suas investidas finalmente se concretizem. Os dois formam o casal central, protagonizam diversos tipos de cena e, dentre muitas, as de longe mais engraçadas. Misaki é um adolescente e Usami tem 28 anos, a diferença de temperamento, idade e comportamento dos dois os leva a inúmeras reflexões sobre o relacionamento.







Junjou Egoist - Nowaki e Hiroki
Junjou Egoist conta a história de Hiroki e Nowaki, sendo o primeiro um professor universitário substituto e pesquisador no campo da literatura, e o segundo um órfão que decide estudar medicina pediátrica e, por isso, pede ajuda ao primeiro. Pelo menos no anime, a história dos dois só começa a se desvendar mesmo depois da segunda aparição do casal. O episódio introdutório, por assim dizer, é bastante curto para a apresentação de duas histórias tão diferentes. Particularmente, porém, é o casal que eu mais gostei. Só é meio confuso de se lidar com o tempo entre as histórias, pois, inevitavel e estranhamente, todas elas se cruzam.






Junjou Terrorist - Miyagi e Shinobu
Junjou Terrorist foca no casal Miyagi e Shinobu, sendo o primeiro chefe de Hiroki e do departamento de literatura da faculdade e, o segundo, o estudando colegial filho do diretor da faculdade e, de quebra, irmão mais novo de sua ex-esposa. Na primeira temporada do anime, esse casal é deixado e lado, tendo somente dois episódios-foco. Pelo que sei, no mangá também é assim. A história dos dois se desenvolve como pano de fundo de todas as outras duas, já que elas se conectam. E é um pouco diferente, pois Shinobu tem uma personalidade bastante rígida, digamos, e acredita no "destino" que o uniu ao ex-marido de sua irmã. Miyagi também não é um personagem fácil de se lidar, aliás.

Junjou Minimum e Junjou Mistake
Essas duas são histórias mais curtas que têm mais espaço no mangá. A primeira, Minimum,conta os fatos da infância de Usami e Hiroki juntos e, no anime, explica bastante coisa, tendo alguns episódios-foco entre os casais principais. A Mistake fala do envolvimento entre Isaka, o editor-chefe de Usami, e seu assistente Asahina Kaworu, 10 anos antes do início da série.



Primeira e Segunda Temporada
O anime é bem curtinho, mas consegue se fechar bem.
A primeira temporada tem doze episódios e conta o início da vida de todos os casais, com brechas que explicam o passado de alguns, mas deixando tudo muito no ar. É uma temporada introdutória que, a meu ver, sem a segunda seria bastante solta. Os episódios, porém, começam e terminam em si mesmos. Como eles são intercalados entre os casais, acho que esse objetivo foi necessário. Quando dependem de continuação, ela está no episódio seguinte, o que deixa quem assiste com mais noção da trama.
O fato de os episódios serem intercalados entre os casais, também, deixa a história mais confortável, menos rotineira. Afinal, há bastante coisa para se contar de um casal, mas muito mais de três, o que não deixa as coisas monótonas. É um pouco estranho, para quem está acostumado ver um anime sequencial, digamos, mas nada assustador.
A diferença, creio, das temporadas está no foco. A segunda temporada foca mais no casal principal e nela também somos apresentados a outros personagens secundários que agitam mais a trama (a família de Usami, por exemplo).

Entrelaçando as Tramas
Como comentei, a princípio creio que a gente não nota, mas todas as tramas estão ligadas entre si.
Se vocês não querem SPOILERS, não leiam essa parte.

Misaki é irmão de Takahiro, que era melhor amigo de Usami. Usami passa a "cuidar" de Misaki depois que o irmão se casa - aí o primeiro casal se forma.
Porém, Usami é amigo de infância de Hiroki, que é apaixonado por literatura e, por isso, virou pesquisador-professor da universidade. Hiroki incentiva Usami a escrever, e este, afinal, se torna famoso por esse incentivo inicial.
Hiroki trabalha no mesmo departamento que Miyagi e este, aliás, é seu chefe. Além disso, Hiroki também acaba se tornando o professor de Misaki, sem saber, entretanto, sobre a ligação do garoto a Usami. Alias, Hiroki era apaixonado por Usami quando era mais novo e só se desligou dele quando conheceu Nowaki.
Nowaki trabalha em uma floricultura e vários vezes vemos Misaki comprando flores neste local. Nowaki também acaba conhecendo Usami, por quem nutre ciúme.
A complicação dos personagens vai além quando somos introduzidos a Miyagi e seu "drama familiar": o irmão mais novo da ex-esposa se apaixona por ele -  e ele também é filho de seu chefe (e do chefe de Hiroki).

O anime
Não posso falar muito sobre a adaptação, já que nunca li o mangá (apesar de querer bastante), mas, pelo que vi, a trama se desenvolve e fecha perfeitamente. É claro que os fãs e os mais entusiasmados vão dizer que havia espaço (e história) para que mais coisa pudesse ser desenvolvida, mas não havia necessidade. Se prolongassem demais, talvez perdesse a graça - e como os japoneses vivem constantemente com coisas novas, talvez Junjou tenha se saído bem com o curto número de episódios que teve. Foi bom, e foi suficiente - nada mais que isso.

Curiosidades: o anime tem pouquíssimos personagens secundários - poucos mesmo, em torno de sete, oito. A história se desenrola somente entre os casais principais, o que poderia ser massante, mas acaba não sendo por causa, talvez, da intrudução desses personagens e da "bagunça" que eles fazem na trama principal.
Não sei em relação ao mangá, mas o anime mostra diferentes hobbies e bichinhos fofos que "interagem" com os personagens. Usami, por exemplo, coleciona ursinhos de pelúcia. Seu pai, por outro lado, é aficionado por patinhos de borracha e esculturas de ursos em madeira. As aberturas e encerramentos são recheadas desses bichinhos - e estas, alias, são um espetáculo de cores e purpurinas à parte.

Confesso que o começo não me empolgava muito pelo enredo um pouco clichê e pelo personagem do Misaki (que não me conquistou muito, de fato). Mas vi o anime todo em dois dias (aproveitando-me de uma enfermidade que me deixou de cama nesse tempo) e gostei bastante. Não é cansativo, pelo contrário. é delicado, engraçado e instigante na medida certa. O character-design, o traço do desenho é muito bonito e a qualidade é impecável, além de ser muito fofo. Enfim,  é superficial e meio bobinho em certos aspectos sim, mas isso não exclui o fato de ter tudo o que um anime yaoi tem e precisa.

Recomendo, principalmente pra quem é órfão de Antique Bakery, como eu sou. A linha de pensamento dos dois, apesar das singularidades, chega a ser similar.

06/04/2010

Twitter e Doramas


O twitter já fez quatro anos. É, se você só conheceu esse negócio viciante de dois anos pra cá, acredite: ele já é bem mais velhinho que isso. Quem usa sabe que vira quase um vício depois de algum tempo... Tanto que já virou programa de TV, notícia, premiação... E resolveram, colocaram na cabeça de que não era lá muito conhecido sabe onde? É, no Japão, o "país da tecnologia" como tem gente que diz né. Querem colocar o passarinho azul na moda por lá.

No dia 15 de Abril a FujiTV começará a exibir "Sunao ni Narenakute: Hard to say I love you", um dorama sobre 5 pessoas que se conhecem e começam um relacionamento nas redes sociais. Não o Mixi, a maior e mais popular rede social do Japão, mas sim o twitter.

O que chama atenção, além do enredo bastante moderno, é o elenco, que conta com



Fonte: The Next Web

11/01/2010

BECK em breve nas telonas japonesas

O do live action de BECK saiu há alguns dias. Muita gente já surtou – inclusive eu -, mas vou dar o gostinho pra quem quiser ver por aqui também:



De acordo com as fontes, Mizushima Hiro fará o papel do Ryuusuke, o guitarrista e líder da banda; Takeru Sato será o Koyuki; Kenta Kiritani fará o Chiba; o Mukai Osamu será o baixista Taira e o Aoi Nakamura será o baterista Saku. A mocinha que fará a Maho, irmã do Ryuusuke, será a Shiori Kutsuna. No filme o principal será o guitarrista, e não o vocalista – estudante fracasso e adolescente problemático, diga-se de passagem – Koyuki, como é no mangá e no anime. Não sei exatamete o porquê da mudança, mas tomara que venha coisa boa.

Dizem que (todas?) as canções para o filme serão inéditas… Acho que vamos ter algo tipo um “NANA mais masculinizado”, sem ofensas.

E pra quem não conhece BECK é uma série de mangá criada pelo mangaka Harold Sakuishi, e publicado na revista mensal Shonen Magazine em 1999. Posteriormente foi adaptado para uma série anime de 26 episódios pelo estúdio Madhouse, intitulado BECK: Mongolian Chop Squad, que foi ao ar entre 2004 e 2006 no Japão. Conta a história de um grupo de cinco adolescentes japoneses que formam uma banda, e as dificuldades pelas quais passam a maioria das bandas – e adolescentes – que tentam a sorte no Japão (e no mundo).

Confesso que o mangá me deixou meio down em alguns pontos.. Por isso nunca terminei de ler, mas sei o que acontece em cada pedacinho. O anime me animou mais – talvez pelo fato de eu precisar exercitar meus ouvidos com as músicas que, diga-se de passagem, são uma atração à parte. O OST de BECK é um dos mais bem feitos que já ouvi.

A propósito, amo NANA e amo BECK de coração.